Fazer negócios hoje, numa conjuntura a funcionar a velocidade da luz, é muito mais do que abrir uma loja no local mais badalado, fazer um site ou estar no facebook. Fazer negócios hoje, é ter qualidade imaculada, é estar num nível onde mais ninguém está, é chegar aos potenciais clientes com uma forma de comunicar ágil, minimalista mas eficaz, capaz de influenciar pessoas, de as motivar, de inspirar, de as confortar.

Fazer negócios hoje é a arte dos audazes.
Agora, os hackers  são procurados e disputados a peso de ouro

Inteligentes, concentrados e capazes de derrubar – ou proteger – o sistema da sua empresa. Este é o perfil básico dos hackers, figuras geralmente anônimas que ganharam destaque nas duas últimas décadas com o crescimento da internet e a digitalização do mundo. Inicialmente eram personagens despretensiosos, com princípios revolucionários, mas boa parte deles se afastou das utopias da juventude e resolveu monetizar o talento para pagar as contas. Como? Muitos responderam a essa pergunta simples e objetiva com uma única palavra: marketing. Também saíram do anonimato e hoje preferem dar as caras e mostrar suas habilidades ao mercado.

Mark Zuckerberg pode ser considerado um dos maiores representantes da geração que tem esse perfil. Depois de criar o Facebook, sem saber ao certo o que aconteceria, influenciou milhões de pessoas antes de, finalmente, monetizar o negócio, abrindo a rede social a ações de marketing. Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, também já haviam iniciado trajetória semelhante no fim dos anos 1990. Hoje, ambas empresas faturam bilhões por serem as maiores plataformas de mídia da internet.

Reinventar

Uma das maiores dificuldades de quem gere, é ser capaz de manter o seu negócio interessante, atractivo, rentável, com ideias frescas,... na verdade, o negócio de ontem pode não funcionar amanhã e quando isso acontece ou a queda é inevitável ou há transformar.

Muito negócios de hoje vivem uma estagnação, fruto da realidade económica que vivemos e nem sempre é fácil encontrar adrenalina, como também não é fácil matar um negócio que na maioria das vezes se torna num membro da família.

Manter a mesma estratégia de sempre, esperando passar por entre os pingos da chuva sem se molhar não é solução, reinvente-se, é melhor morrer a nadar do que na praia.

Consulte-nos, temos sempre boas ideias para o ajudar a redefinir novas estratégias para abordar novos mercados!

Skip - 50 anos

Gerir o tempo que estamos em família é hoje uma habilidade rara que depende de muitos factores, em especial da vontade de patrões, de clientes e acima de tudo dos próprios negócios que correm a muitos megabytes por segundo.

As marcas entenderam o problema social e estão a fazer publicidades que tocam na emoção, uma estratégia já há muito utilizada por diversas marcas como a Levis, a Benetton e outras.

Desta forma, as marcas pretendem falar a mesma linguagem social que os clientes, tornando-se amigos próximos, marcas que entendem as pessoas e que merecem a sua "fraternidade" económica.

Deixo a mais recente da SKIP na comemoração dos 50 anos no mercado. 
https://www.youtube.com/watch?v=kj2r9An42IU